
Segundo ele, o fato de a Vila Maria, de São Paulo, desfilar no mesmo dia que a escola carioca, fez com que ele repensasse e tomasse a decisão.
"Saí porque eu vou ter menos de 24 horas para recuperar a voz. É uma outra cidade, então não sei como vai estar o clima. Conversei com o Cláudio Russo e agradeci muito a oportunidade que deu ao meu trabalho e a minha vida, mas eu não ia ter tempo hábil para conciliar as duas coisas", disse.
Nêgo comparou a situação com o futebol, que requer tempo de preparação e concentração, acima de tudo, para que o profissional tenha uma boa performance na sua função.
"O jogador tem a concentração quando vai jogar, disputar um clássico. E eu já vou vir de uma final de campeonato de um estádio e teria que ir para outro estádio, em outra cidade. Eu gosto do meu trabalho bem feito, gosto de me dedicar, não gosto de não me doar por inteiro".
O intérprete também fez questão de deixar claro que, embora tenha sentido o "calor" da escola por um breve período, é muito grato pelos momentos que passou, por ter sido muito bem recebido pela torcida e pelos integrantes.
"Agradeço muito, muito, ao maravilhoso presidente da Renascer, a diretoria de Carnaval, ao Rogerinho, mas não posso ir para a escola somente pensando no lado profissional, tenho que dar o meu sangue. Fico muito triste em deixar a escola e agradeço muito a essa comunidade maravilhosa".
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