Depois de ser acusado por mestre Marcone, ex-mestre de bateria da
Imperatriz Leopoldinense, de tê-lo agredido durante o ensaio da escola,
no último domingo, o presidente da Verde e Branco, Luizinho Drummond,
prestou queixa na 21ªDP – Bonsucesso -, mesmo local que o diretor de
bateria esteve presente logo após o tumulto. Assim como Marcone, o
dirigente levou algumas testemunhas, prestou queixa por danos ao
patrimônio, agressão física e fez exame de corpo delito.
De acordo com o depoimento dado por Luizinho Drummond, a primeira
atitude agressiva partiu do próprio mestre de bateria, que teria se
negado a gravar entrevista com Amin Khader. Após breve desentendimento
entre ambos, Marcone teria ofendido verbalmente e atingido o braço do
dirigente, dando início à confusão. Segundo uma fonte revelou a imprensa, o intérprete Dominguinhos do Estácio e o diretor de
carnaval Wágner Araújo também teriam sido ofendidos por Marcone.
A sala onde aconteceu o tumulto foi periciada pela polícia e vários
móveis, além de uma TV, foram danificados. Para a vaga em aberto no
comando da bateria, a diretoria se movimenta para preenchê-la. Nomes
como os de mestre Esteves, atual diretor de bateria da Alegria da Zona
Sul, e de pessoas da própria Imperatriz já foram ventilados, mas ainda
não há confirmação sobre o novo mestre de bateria da agremiação de
Ramos.
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