A notícia pegou de surpresa alguns integrantes da escola, como o carnavalesco Edson Pereira, que passou mal ao saber do despejo. Diante desta situação, a imprensa conversou com o presidente da escola, Antônio Carlos salomão, que contou como tudo aconteceu. Ele adiantou que o carnavalesco teve sua saúde afetada com a notícia e tem deixado o barracão antes do horário costumeiro.
Segundo Salomão, já existia um processo antigo que tratava do uso do espaço onde a escola está alojada para outros fins e, agora, com as obras do Porto Maravilha, o caso voltou à tona.
"Ninguém bateu lá para nos informar de nada. Chegou um documento com o nome da Renascer, informando sobre o despejo para o dia 22 de outubro", explicou.
Após o recebimento do documento, o presidente foi até a Liesa, nesta quarta-feira, para ver o que a Liga poderia fazer pela escola, já que tem direito de se alojar na Cidade do Samba, bem como as demais agremiações do Grupo Especial.
"Fui na Liesa e o presidente 'Jorginho' não estava lá. Então falei com o Elmo e também com o diretor operacional da Riotur, que pediu para ter calma que teriam uma posição nesta quinta".
Já a Acadêmicos de Santa Cruz, que cederá o espaço para a Renascer, ficará alojada junto às outras escolas do Grupo de Acesso.
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