- Isso não aconteceu. De forma alguma. O que aconteceu foi o seguinte. Eu liguei pra ele e disse que o que estavam falando era mentira. Que se eu tivesse que entregar o cargo ia falar pessoalmente com ele. Não teve nada de choro. Na hora fiquei revoltado, mas comentei com a minha mulher que era melhor ficar sossegado, não debater agora, até para evitar confusão - afirmou o mestre.
Perguntado se pretende continuar na escola caso Nilo Figueiredo se mantenha na presidência da agremiação, Nilo Sérgio preferiu analisar a situação de um ponto de vista diferente:
- Quem está perdendo é a Portela. Não adianta sair e deixar a escola na mão. Este ano será complicado. A quadra entrará em reformas e ficaremos sem quadra e barracão. A situação é complicada. O portelense tem que ajudar a escola, independente de quem esteja no comando.
Nilo também declarou que ainda não foi procurado por nenhuma outra agremiação. Além disso, sua atenção está voltada para o nascimento do seu filho, que deve acontecer em breve. Ele assumiu o comando da Tabajara do Samba em 2006.
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