A
Portela, que levará para a Avenida o enredo "Um Rio de mar a mar: do
Valongo à Glória de São Sebastião", divulgou a logomarca oficial do
enredo.
O tema está sendo desenvolvido pelo carnavalesco Alexandre Louzada.
Confira a arte:
desabafo do autor: Nem dá mais pra usar o termo
‘pagode’ sem confundirem com aquele pop de pandeiro com som de funk e
sertanejo…
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Disco de novidades a começar por aquela pegada mais ‘pagode informal na casa do parente/amigo’. Quem nunca?
Elizabeth Santos Leal de Carvalho, ou só Beth Carvalho, fez
aniversário ontem, dia 5 de maio, mesmo dia que o seu Botafogo
conquistava a Taça Rio (e o Estadual-Carioca), isso depois de um texto
que escrevi levando fé numa retomada da atitude de campeão da Mangueira,
sua escola de coração. Acho que estava mais do que sugestivo falar de
Beth Carvalho, a madrinha do Samba.
Beth
resolveu que pra deixar a nova sonoridade fluir como ela havia
conhecido, só mesmo os responsáveis por ela. Era lançado ali, o Fundo de
Quintal profissional.
Madrinha, porque – apesar de ser um fato notório, pode ter gente à
beça aí só sabendo QUE, mas não sabendo POR QUÊ. É que se o Fundo de
Quintal explodiu nas paradas de sucesso, foi por causa de um tremendo de
um empurrão. Beth foi levada ao Cacique pelo ex-jogador (e ex-técnico)
do Vasco, Alcir Portela a esse tal lugar de um tal pagode que já dava o
que falar pelo subúrbio do Rio de Janeiro e outras localidades. Assim,
encantada com a repaginada percussiva, batucada e de pé no chão, não deu
outra, Beth levou aquela sonoridade para seu – então – próximo disco De
Pé no Chão.
Foi aí, que o Fundo de Quintal passou a se profissionalizar e
deslanchar na carreira dois anos depois de seu debut (1980) acompanhando
a “madrinha”. Disse Beth, nos extras do DVD Pagode do Arlindo (2006),
que a efervescência daquelas noites de quart-feira eram tão
contagiantes, que ela, essencialmente uma moradora da Zona Sul, chegou a
procurar um apartamento no subúrbio, Ramos, pra estar sempre perto da
batucada, tamanha era a euforia daqueles tempos. Beth, que já era um
sucesso, lançou toda uma geração, conforme se surpreendia e se agradava
com o que via e ouvia. Lançou o FDQ (e todos os seus clássicos
integrantes que viriam a fazer carreira solo), Zeca Pagodinho e outros.
Por isso ela é a madrinha do Samba. Por ser cantora, compositora,
musicista e ainda ter uma visão do que vai ganhar pela qualidade que
poucos têm.
Homem
cujos ideais mudaram a história sul-africana, a figura onírica de
Nelson Mandela será levada até o Rio Grande do Sul para entrar na
avenida com a Apito de Ouro no Carnaval de 2014 contando as belezas de
um pedaço do nosso chão.
Com o enredo "Fantástica viagem
de Nelson Mandela à Lagoa dos Patos", de autoria do advogado Léo Licks,
a escola de Tapes resgatará a cultura negra da região a partir do sonho
de um pescador que, ao adormecer na areia, vê Mandela navegando pelos
recantos da Lagoa.
A escola do Grupo de Acesso, que nos últimos
Carnavais realizou concurso interno para escolher seu samba, este ano
está realizando Festival com portas abertas. "Queremos fazer do festival
um grande evento em Tapes! As inscrições abrem no dia 31 de maio. A
final será no dia 10 de agosto.